Derivações na eletrocardiografia veterinária

O sistema de derivações é a base da leitura do ECG. Entenda as derivações bipolares, unipolares e precordiais e o que cada uma revela.

A eletrocardiografia registra a atividade elétrica do coração a partir de diferentes pontos de vista — as chamadas derivações. Cada derivação é um par (ou combinação) de eletrodos que “enxerga” o vetor elétrico cardíaco por um ângulo distinto.

Derivações bipolares (Einthoven)

As derivações I, II e III formam o triângulo de Einthoven e medem a diferença de potencial entre dois membros. Na rotina veterinária, a derivação II costuma ser a referência para frequência e ritmo.

Derivações unipolares e precordiais

As unipolares aumentadas (aVR, aVL, aVF) e as precordiais ampliam a visão espacial do coração, ajudando a localizar alterações de eixo e morfologia do complexo QRS.

Por que importam

A leitura combinada das derivações é o que permite diferenciar arritmias, avaliar sobrecargas e monitorar o paciente no peri-operatório. Quanto mais derivações simultâneas, mais completa a interpretação.

Fontes

As fontes serão adicionadas na revisão por veterinário credenciado, com referências reais ancoradas no PubMed (pipeline de conteúdo governado).